Por Yoná Oliveira — onde o rigor analítico encontra a clareza que o investidor brasileiro merece. Sem ruído. Sem concessões.
Análises que movem patrimônios. Decisões que mudam vidas.
Com a curva de juros americana invertida pelo décimo quinto mês consecutivo, analistas se dividem entre pouso suave e recessão técnica silenciosa. Os dados desta semana podem ser o ponto de virada definitivo.
A expansão inesperada da atividade industrial abre uma janela nos mercados de commodities que poucos ainda precificaram.
Um grupo seleto de gestores está posicionado em ativos com fundamentos sólidos e preços que o varejo ignora.
O componente de serviços mantém trajetória ascendente — e isso pode forçar o Banco Central a uma postura mais hawkish.
O maior fluxo de saída desde o lançamento levanta questões sobre a sustentabilidade do rali e o interesse institucional.
Com a taxa real no maior nível dos últimos 18 meses, o momento de entrada divide os especialistas em renda fixa.
Dados da B3 mostram R$ 4,2 bilhões em ingresso de capital estrangeiro em fevereiro, concentrado em dois setores.